Agências de emprego, recrutadoras, terceirização de mão de obra, seleção de empregos, central de apoio ao trabalhador, balcão de empregos, posto de encaminhamento e muitos outros endereços úteis para quem procura recolocação.
Não adianta apelar para bola de cristal, mapa astral ou búzios. Escolher o emprego ideal está longe de ser uma prática programada. Essa loteria sempre pode nos colocar em situações que não prevemos e isso também acontece com o empregador. Portanto, acertar na escolha depende muito mais da sua sensibilidade e capacidade de planejamento profissional do que de qualquer outro argumento.
Aliás, a escolha de um bom emprego começa bem antes do momento da entrevista. É quando você desenvolve suas capacitações e se descobre interessado nesta ou naquela área. Quando você decide o que realmente quer fazer para o resto da sua vida, aí está o começo de tudo, a escolha que irá nortear sua carreira até o final. Segundo especialistas vocacionais, não existe nada que faça um profissional obter sucesso se ele não tiver relação direta com a função escolhida se ele não gostar realmente do que faz.
Perceba que o que sua mãe dizia agora faz todo o sentido? É claro que a escolha profissional deve ser baseada em vários elementos mercado, retorno financeiro, viabilidade e acesso, etc. Mas a paixão deve vir primeiro, pois se ela não existir, dificilmente você encontrará satisfação naquilo que faz e, portanto, nenhum emprego será suficientemente bom para fazê-lo se interessar instantaneamente pelo tema. O presidente do Instituto Napoleon Hill, Fernando C. Oliveira, se especializou no tema e traz algumas dicas para quem está iniciando sua vida profissional:
Você deve ter ouvido muitos conselhos como: faça um networking, um estágio na sua área, prepare-se em gestão e marketing independente da escolha profissional, procure os mercados em ascensão.
Todas as dicas são válidas, porém, a pergunta é para que você fará isso tudo? Se você não tem um sonho como escolherá o estágio certo ou a lista de network relacionado com seu objetivo?
Comece pelo fim, seu sonho, seu grande objetivo! Depois conheça a si mesmo, desenvolva sua inteligência emocional. Observe seus valores, forças, vantagens e outras emoções que lhe darão segurança para seguir em frente.
E por final trace seu plano, suas metas e coloque em ação. Existe um mercado imenso aguardando você, um mar de possibilidades em busca de um bom profissional com emoções equilibradas para liderar, inovar e progredir e aí está a sua chance de fazer carreira.
Alguns argumentos persistem em nossa mente na hora de decidir se este é ou não é o melhor caminho profissional. Se por um lado fica difícil dizer o que é certo, por outro é bastante fácil identificar os erros que você não precisa cometer aqueles que provavelmente o farão se arrepender da sua escolha.
Você deve ter ouvido muita gente dizer que um bom emprego é aquele que lhe coloca em ascensão social. Obviamente esse é um bom motivo para você optar por um emprego, desde que sua escolha não seja baseada nisso. Por um tempo a badalação será novidade, você vai se sentir por cima e isso o fará muito bem, mas é bom lembrar que o efeito se perde rápido e, tão logo você perceber que não atingiu o status desejado (sim porque quem busca status nunca se sente realizado no patamar atingido), os problemas se tornarão evidentes e talvez você se depare com um cargo sem a relevância que buscava. Por quê? Porque o ser humano naturalmente precisa de conteúdo, precisa fazer algo importante para realmente se sentir útil e mais feliz. Concentre-se nesses elementos e a realização virá.
Outro engano é a conta bancária. Se você optou por um emprego visando apenas a remuneração financeira, cuidado para não fechar os olhos para todo o resto. Afinal, para que você receba o salário, um mês inteiro de trabalho e convivência precisa acontecer e esse meio tempo também pede um combustível. Antes de aceitar uma boa oferta, portanto, retire o argumento financeiro da jogada e pense em todo o resto: quais serão suas funções? Você realmente deseja fazer isso? Como é o ambiente da empresa? O empregador lhe parece um bom profissional? Como é sua relação em equipe de trabalho? Veja quanta coisa deve ser levada em conta antes do sim.
Mas há também uma situação que acomete a maioria dos profissionais em determinado momento da vida. Ao sair da faculdade ou se deparar com uma fase de desemprego, muita gente aceita uma condição apenas para não ficar parado. Nesse caso, é bom estar atento para não correr o risco de colocar a necessidade acima do seu plano de carreira. Afinal, a ansiedade pode prejudicar seu senso de escolha levando-o a optar por qualquer emprego. Lembre-se de preservar seu objetivo e, mesmo que o momento peça uma decisão imediata, o mercado se abre para quem decide pelo que realmente gosta e pretende investir para o resto da vida. O emprego que salva você dessa situação não precisa necessariamente ser uma escolha ruim.